O que as famílias dizem
Palavras de quem viveu a experiência
Os depoimentos abaixo são de famílias que passaram pela Reposé — alguns chegaram há poucos meses, outros acompanham a residência há anos.
Voltar ao inícioAnos de atividade
Famílias atendidas
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Famílias que recomendam
Depoimentos
O que as famílias compartilharam
Cláudia Lima
Filha de moradora — Curitiba, PR
"Quando minha mãe entrou na Reposé, eu estava com muito receio de como ela ia se adaptar. Ela sempre foi apegada ao jeito dela de viver. Em três semanas, ela já estava participando do círculo de jardinagem e fazendo amizade com outros moradores. Eu não esperava isso tão rápido."
Junho de 2025
Roberto Vieira
Filho de morador — São José dos Pinhais, PR
"O que mais me aliviou foi perceber que a equipe realmente conhece meu pai pelo nome e por quem ele é — não só pelo número do quarto. A comunicação comigo também é boa, recebo notícias sem precisar ficar ligando toda hora. Isso faz diferença no dia a dia."
Maio de 2025
Patrícia Nascimento
Neta de moradora — Curitiba, PR
"Minha avó tem 84 anos e ainda faz questão de cuidar de uma parte do jardim da Reposé. Ela nunca foi tão ativa assim mesmo em casa. A Letícia, coordenadora de atividades, realmente presta atenção no que cada morador gosta de fazer."
Junho de 2025
Marcelo Santos
Filho de moradora — Colombo, PR
"Fomos a algumas residências antes de escolher a Reposé. A diferença principal que senti na visita foi o tamanho — é um grupo menor, e isso é exatamente o que minha mãe precisava. Ela sempre foi de relações mais próximas. Oito meses depois, posso dizer que foi a escolha certa."
Julho de 2025
Ana Teresa Gonçalves
Sobrinha de morador — Curitiba, PR
"Meu tio entrou no Plano Completo há quase um ano. A comunicação com o Ricardo, coordenador, é muito boa — ele liga, manda mensagem, me conta como estão as coisas. Às vezes até sem eu perguntar. Para uma família como a nossa, que mora espalhada pelo Paraná, isso é um alívio."
Maio de 2025
Fernando Braga
Filho de moradora — Pinhais, PR
"Fizemos a visita de orientação antes de qualquer decisão. Foi muito diferente de outros lugares — não parecia um processo de venda. A equipe mostrou tudo com calma, respondeu perguntas que eu nem tinha pensado em fazer. A minha mãe entrou para a Reposé dois meses depois e está bem."
Julho de 2025
Histórias em detalhe
Jornadas que valem contar
A adaptação de Dona Neusa
O desafio
Dona Neusa, 79 anos, viveu sozinha por mais de dez anos após enviuvar. Sua filha Cláudia estava preocupada com o isolamento crescente, mas sabia que qualquer mudança precisaria ser muito bem conduzida — Dona Neusa era uma pessoa de hábitos firmes.
O caminho
A família optou pela Visita de Orientação primeiro — Dona Neusa foi junto para conhecer os espaços sem compromisso. A equipe adaptou o quarto com objetos pessoais dela antes da chegada. O período de adaptação incluiu visitas diárias da filha nas primeiras duas semanas.
O resultado
Após três meses, Dona Neusa participa ativamente do grupo de jardinagem e das tardes musicais. A filha relata que ela "parece outra pessoa" em termos de disposição e envolvimento social. A comunicação semanal com a família mantém a Cláudia tranquila mesmo morando em outra cidade.
"Eu tinha medo que ela fosse ficar triste sem a casa dela. Em vez disso, ela arrumou amigas novas e agora tem mais vida social do que eu."
— Cláudia Lima, filha
Seu Antônio e a família espalhada pelo Paraná
O desafio
Seu Antônio, 82 anos, tinha quatro filhos morando em cidades diferentes. A decisão de buscar uma residência foi tomada depois de uma queda em casa. A família queria um lugar que mantivesse contato ativo com todos — sem que cada filho precisasse ligar separadamente.
O caminho
O Plano Completo com coordenador pessoal foi a solução. O Ricardo estabeleceu um contato semanal com o filho mais velho, que repassava para os demais. O grupo familiar criou uma rotina de visitas alternadas, e o Antônio passou a ter companhia presencial quase todo final de semana.
O resultado
Quase um ano depois, a família relata que a comunicação centralizada pelo coordenador reduziu muito a ansiedade de todos. Seu Antônio participa das atividades do Programa de Convivência e mantém o hábito de ouvir rádio todas as manhãs — um costume respeitado pela equipe.
"O Ricardo liga para o meu irmão toda semana. É como se tivéssemos um porta-voz de confiança dentro da residência."
— Ana Teresa Gonçalves, sobrinha
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